Polícia prende ex-sargento envolvido em crime de latrocínio de empresário

Manaus | O sargento do Exército Brasileiro Sidney Pinto Ferreira, 30, foi preso na manhã desta sexta-feira (2) em cumprimento de mandado de prisão pelo latrocínio (roubo seguido de morte) de Yan Victor Fonseca Rios, 21, ocorrido no dia 29 de julho de 2019, na Rua Iacutã, no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus.

VEJA TAMBÉM: Sargento é preso suspeito de envolvimento em latrocínio de empresário

O suspeito estava foragido desde dezembro do ano passado, e segundo o delegado do 25º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Márcio André de Almeida, a prisão de 18 de outubro de 2019 foi temporária, mas em seguida foi expedida a prisão preventiva.

“Nós conseguimos a informação do paradeiro (do sargento) na tarde de ontem (quinta-feira, 1º) e hoje (sexta, 2) pela manhã conseguimos capturá-lo, e assim cumprir o mandado de prisão em seu nome. Em nenhum momento ele esboçou reação e alega ser inocente”, disse o delegado Almeida.

Sidney será indiciado como o mentor do crime de latrocínio. Ele foi conduzido, na tarde desta sexta-feira, para a Central de Recolhimento e Triagem (CRT), onde ficará a disposição da Justiça.

O crime

O crime aconteceu na garagem da casa de Yan Victor Fonseca Rios. Ele e o cunhado foram abordados pelos suspeitos quando saiam para trabalhar. Na tentativa de defesa, as vítimas travaram luta corporal com Eduardo Souza da Costa, que disparou contra o empresário e o cunhado dele.

VEJA TAMBÉM: Homem é executado a tiros quando saía de casa para trabalhar, em Manaus

Sidney era amigo de infância de Paulo de Tássio de Souza Picanço, 28, motorista que dirigia o carro utilizado pelos suspeitos no dia do crime. Em depoimento, Sidney afirmou que levou Paulo até a casa onde o crime aconteceu e disse também que já chegou a prestar serviços de segurança para a família da vítima.

De acordo com a polícia, o sargento do Exército planejou o crime, pois sabia da existência do dinheiro que Yan carregava, no total de R$20 mil. No entanto, no dia do crime, apenas uma pochete com R$900 chegou a ser subtraída.