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O apresentador e humorista Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira, 5, aos 84 anos em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 25 de julho. A causa da morte ainda não foi informada.

O falecimento de Jô foi comunicado por Flavia Pedras, ex-mulher do apresentador, pelo Instagram. Na postagem, Flavia diz que Jô Soares morreu “cercado de amor e cuidados” e que o funeral será restrito aos familiares e amigos. A informação foi confirmada pela Globo News e também publicada no portal G1.

“Viva você meu Bitiko, Bolota, Miudeza, Bichinho, Porcaria, Gorducho. Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você”, escreveu Flavia. “Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo. Obrigada para sempre, pelas alegrias e também pelos sofrimentos que nos causamos. Até esses nos fizeram mais e melhores”, homenageou.

A cantora Zélia Duncan, atual esposa de Flavia, lamentou: “O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos”, escreveu nas redes sociais.

A apresentadora Ana Maria Braga também usou as redes para se despedir do colega e amigo. “Hoje o dia amanheceu mais sem graça. Vá em paz meu amigo!”, tuitou.

Vida e carreira

José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro no dia 16 de janeiro de 1938. Aos 12 anos, o filho do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e de Mercedes Leal Soares, mudou-se com a família para a Suíça, onde viveu por cinco anos.

Além de apresentador de televisão e humorista, Jô foi destaque também como ator, escritor e diretor teatral.

Sua carreira como apresentador começou no SBT com o programa “Jô Soares Onze e Meia”, que foi ao ar entre 1988 e 1999. Em 2000, estreou, na Rede Globo, o “Programa do Jô”, encerrado em 2016.

Como escritor, deixa ao menos dez livros publicados. Dentre os mais populares estão o “O Xangô de Baker Street”, de 1995, que virou filme; “O Homem que Matou Getúlio Vargas”, de 1998; e sua autobrografia “O Livro De Jô – Uma Autobiografia Desautorizada”, publicada em dois volumes em 2017 e 2018.

PUBLICADO POR: David Richard

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