Moradores do bairro Santo Agostinho recebem mutirão de limpeza

Redação
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Uma equipe de 20 garis da Semulsp estão realizando mutirão de limpeza nesta semana, pelo bairro Santo Agostinho, localizado na zona Oeste da cidade. A perspectiva é de atender a quase 20 mil pessoas que moram no local.

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A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) e deve seguir até o fim da semana no local. “Essa época do ano, quando entramos no verão, a programação de mutirão avança mais rapidamente, permitindo aumentar a limpeza da cidade”, comentou o subsecretário operacional da Semulsp, José Rebouças.

O serviço, que leva trabalhos de varrição, raspagem de meio-fio, capinação, jardinagem e remoção de lixo pesado nos bairros da cidade, dá à população uma chance de descartar seus entulhos de forma correta, buscando reduzir a presença desses materiais em igarapés e áreas verdes. “Esse tipo de resíduo é, comumente, retirado pelas nossas equipes de dentro dos rios e em lixeiras viciadas. É um serviço importante e complementar da limpeza pública”, lembrou o subsecretário.

Esse ano, já foram realizadas mais de 200 ações de mutirões de limpeza na cidade, com a geração de quase 60 mil toneladas de lixo. Bairros como Parque 10 e conjuntos no entorno; Shangrilá; bairro da União; Jardim Versalles; Novo Israel; Colônia Terra Nova 1, 2 e 3 e comunidades adjacentes; Colônia Antônio Aleixo; Residencial Ozias Monteiro; Puraquequara e comunidades rurais; João Paulo 2, Conjunto Ayapuá; Conjunto Rio Xingu 2; Rio Piorini; comunidade Ismail Aziz, na BR-174; Comunidade São Pedro; Tarumã; Alvorada 1, 2 e 3 e conjuntos; conjunto Viver Melhor; conjunto Lula; Conjunto Cidadão 1; Colônia Japonesa; Colônia Santo Antônio; bairro Santo Antônio; áreas de Prosamim (bairros Praça 14, Alvorada, Glória, São Raimundo e Cachoeirinha), comunidades ribeirinhas e cemitérios urbanos, já foram visitados.

Igarapé

Além do mutirão, os moradores do Santo Agostinho ainda estão acompanhando a limpeza no Igarapé do Mundoca, localizado na avenida Rio Negro, um dos braços da foz do Igarapé do Franco. “Esse rio sofre com o lixo jogado pelos próprios moradores. Isso faz com que ele inunde e afete as casas próximas, como a minha”, conta a moradora Ane Silva, que possui uma banca de peixes no local.

Para a comerciante, a capina em torno do igarapé e a limpeza do leito ajudam muito, mas ela torce para que seus vizinhos mantenham o local sem lixo. “É errado jogar lixo no rio, na rua ou no mato. Todos nós sabemos. Mas, muitos não ligam para as consequências. Espero que, com a limpeza, a atitude mude. Porque lixeira tem. Tem que usá-las”, ressaltou.

 

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