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reajuste médio das tarifas de energia no próximo ano deve ficar próximo da projeção oficial do BC (Banco Central) para a inflação de 2023, de 4,6%. Conforme indicam cálculos de consultorias especializadas no setor elétrico, as tarifas devem subir cerca de 5%, em média.

Os especialistas explicam que algumas medidas já adotadas neste ano continuarão a amenizar os efeitos aos consumidores, como a devolução integral de créditos tributários e novo aporte da Eletrobras, além de uma redução nas tarifas da Itaipu Binacional.

As projeções correspondem a uma média Brasil, ou seja, os índices são diferentes para cada Estado, a depender da distribuidora que atua em cada localidade. As tarifas de energia são reajustadas anualmente pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), de acordo com o “aniversário” do contrato de cada concessionária.

O gerente de projetos da PSR, Mateus Cavaliere, explica que a devolução de créditos tributários de PIS/Cofins terá um efeito diferente para cada distribuidora. “Algumas distribuidoras têm um saldo grande a ser distribuído e, provavelmente, terão um reajuste negativo”, analisa.

Em uma linha próxima, a Thymos Energia projeta que o reajuste médio deve ser de 4,8%. A head de regulação e tarifas da consultoria, Carolina Ferreira da Silva, explica que há alguns aumentos previstos, como o efeito da inflação.

Mas outros itens devem amortizar o impacto sobre os consumidores. Além dos créditos tributários, a lei que permitiu a privatização da Eletrobras determinou repasses anuais da empresa na CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), o que ameniza o valor dos subsídios embutidos na conta de luz. Há ainda uma previsão de avanço nas discussões sobre a revisão das tarifas de Itaipu Binacional.

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