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Manaus – Após a Justiça do Amazonas decretar a prisão preventiva de Joelson Ferreira Soares, de 23 anos; Marcley Moraes de Souza, de 20 anos, e Charles Sanches Morais, de 27 anos, um deles resolveu se entregar, no início da madrugada deste domingo (23), no prédio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), no bairro Tancredo Neves, na Zona Leste de Manaus.

Joelson chegou acompanhado de uma advogada por volta de meia-noite e meia, em rápida liberdade, se converteu e entregou a alma para Deus. E já começou uma campanha de oração para livramento dos homens maus que poderá encontrar na cadeia. Ele permanece preso em uma das celas da especializada. Marcley e Charles ainda não foram localizados e são considerados foragidos da justiça. Outro que segue preso é Josué Ferreira Soares, de 19 anos, irmão de Joelson.

Audiência de custódia 

Na sexta-feira (21), Joelson, Marcley e Charles foram absorvidos na audiência de custódia no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, no bairro São Francisco, na Zona Sul da capital. A decisão de alvará de soltura foi assinada pela juíza Ana Paula de Medeiros Braga, de Custódia de Direito.

Entretanto, no sábado (22), a justiça voltou atrás e a juíza Luciana da Eira Nasser, do Plantão Criminal, decretou a prisão preventiva dos três envolvidos no assassinato do sargento.

O grupo é responsável pelo assassinato do sargento reformado da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Luís Carlos da Silva Costa, de 56 anos, morto com 10 tiros, após reagir a um assalto na noite de quarta-feira (19), enquanto fazia a segurança armada na loja de eletrodomésticos TV Lar, localizada na avenida Autaz Mirim, no bairro Tancredo Neves, na Zona Leste.

Uma câmera de segurança externa da loja registrou toda a ação criminosa do grupo. Luís Carlos morreu no local. Os tiros atingiram o queixo, barriga, braço esquerdo e a região lombar esquerda.

Críticas do presidente 

Horas antes da justiça decretar a prisão preventiva do trio, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou a soltura dos criminosos. Bolsonaro compartilhou em sua conta oficial no Twitter um vídeo do momento que Marclei, Joelson e Charles deixam o Fórum Ministro Henoch Reis, na Zona Centro-Sul da capital amazonense.

“Marginais que executaram o Sgt Luís Carlos da Silva Castro, da PM do Amazonas, com 10 tiros, sendo 8 nas costas, saem pela porta da frente da delegacia, após serem ouvidos em Audiência de Custódia”, escreveu o presidente.

Ele comenta que o filho, Eduardo Bolsonaro, apresentou um projeto para acabar com as audiências de custódia. ”Em 2016, Eduardo Bolsonaro apresentou PDC para sustar a Resolução do CNJ que criou as Audiência”, disse.

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